STF considera constitucional artigos do Código Florestal

Entre os pontos mais polêmicos, estava a anistia a quem desmatou acima do permitido.

 

Esta semana acabou o julgamento de ações que questionavam parte do código florestal. O Supremo Tribunal Federal discutia o assunto há cinco meses.

Os ministros do Supremo Tribunal Federal analisaram cinco ações que questionavam 22 artigos do Código Florestal, em vigor desde 2012.

Entre os pontos mais polêmicos, estava em discussão a anistia aos produtores que desmataram mais do que o permitido até 2008.

O placar foi apertado, mas a maioria votou pelo perdão das multas e a extinção de processos por crimes ambientais – desde que haja a recuperação de terras e rios degradados.

A suprema corte também decidiu que quem desmatou pode fazer a compensação ambiental em áreas de mesmo bioma – até mesmo em outro estado. Mas para isso, os locais precisam ter o mesmo clima, fauna e flora.

 

O Instituto Socioambiental acredita que como ficou, o Código Florestal premia os infratores e coloca em xeque a sustentabilidade do país. “A gente acha que existe um impacto muito grande de proteger menos as áreas protegidas no Brasil, o que causa um impacto não só para a conservação ambiental, mas também para a produção agropecuária do país, a médio e longo prazo”, declara Nurit Bensusan, coordenadora do ISA.

Mas a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil diz que a decisão do STF regulariza a situação dos produtores e traz mais segurança jurídica.

“Ele é responsável por todos os gastos de recuperação e regularização ambiental que ele tem que fazer. Então é oneroso. Não se trata de uma anistia”, comenta Rodrigo Justus, assessor técnico da CNA.

Já o pequeno produtor, que tem área de até quatro módulos fiscais, ficou livre do reflorestamento. A Contag, que representa os trabalhadores da agricultura familiar, comemora a decisão do STF.

“Os agricultores familiares tinham muito mais dificuldade de cumprir o Código Florestal anterior do que os grandes produtores. Então para gente foi muito importante manter a constitucionalidade do atual Código Florestal porque nós tínhamos mais dificuldade de fazer essa recomposição inclusive para cumprir com as multas, com as dívidas anteriores ao código o anterior”, explica Aristides Santos, presidente da Contag.

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Plantio do milho está atrasado no Paraná

O clima atrapalhou e os agricultores correm para não perder a janela ideal.

 

O tempo está apertado para o plantio do milho no Paraná. Em muitas fazendas, o trabalho está bem atrasado. As máquinas trabalham em ritmo acelerado. A pressa é para recuperar os dias perdidos.

O plantio do milho de segunda safra deveria ter começado há quase um mês no oeste do estado. Na propriedade de Jurandir Francisco Tomazzi, em Cascavel, o serviço está bem atrasado. “O milho na nossa região para ser bem plantado tem que ser no final de janeiro, no máximo até 10 de fevereiro. Daí em diante é tudo plantio de risco”, declara.

 

O que empurrou o plantio do milho para mais tarde foi a colheita de soja, que antecede a “safrinha”. Problemas climáticos atrapalharam a vida dos produtores nos últimos meses.

A preocupação dos produtores é que esse atraso no plantio possa comprometer toda a produção. Quanto mais tarde o milho for semeado no campo, há mais riscos da lavoura sofrer com as geadas a partir de maio.

“Nessas fases de floração e frutificação, quando ainda não “granou”, o grão está com umidade, e com o congelamento desse grão haverá comprometimento de qualidade”, diz José Pertille, técnico do departamento de economia rural.

O risco fez com que o produtor rural Alceu Magrin reduzisse a área de milho de 700 para 500 hectares. “Como nós estamos atrasando, consequentemente a produtividade vai ser baixa. Nós não podemos pensar em uma produtividade como nos anos anteriores”, afirma.

A área do milho safrinha deve cair 11% no Paraná, segundo a secretaria de Agricultura.

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Definir o quanto cobrar por um produto é decisão delicada mas muito importante

Entender os custos da empresa e saber quem são os concorrentes é fundamental na hora de precificar.
Pensa bem, você pesquisou, planejou e conseguiu criar um produto inovador. Saberia o quanto cobrar por ele? Não é fácil dar valor a um produto ou serviço. Quando é inovador então, a dificuldade aumenta.

O professor Cláudio Carvajal, coordenador da FIAPx, me explicou nessa entrevista qual o processo para chegar ao preço de um produto.

 

 Duas análises são fundamentais para chegar a um valor ideal:

• Entender a estrutura de custos
É preciso levantar os custos fixos da empresa, ou seja, o quanto é gasto com aluguel, água, luz, entre outros, e os custos variáveis, como matérias primas, embalagens, pessoal, que podem ser maiores ou menores de acordo com a quantidade produzida.

Acrescente a esse valor a margem de lucro que deseja e você terá o preço ideal.

• Mapear os concorrentes
É a hora de comparar o seu preço ideal com o que é cobrado pelos concorrentes.
Fique de olho porque, principalmente falando em inovação, nem sempre o concorrente está escancarado. Entenda também quem são os concorrentes indiretos, ou seja, como o consumidor resolvia o problema antes do seu produto existir.

A estratégia de venda também vai interferir no quanto poderá ser cobrado do consumidor.
O posicionamento no mercado, por exemplo. Dependendo do público o preço pode variar e a margem de lucro pode aumentar. Se a escolha for vender para um público de maior poder aquisitivo, será possível cobrar um valor maior. Se o objetivo é atender um público na base da pirâmide, será necessário cobrar um preço mais acessível e ganhar no volume.
A forma como você cobra também deve ser levada em conta. É possível segmentar e definir diferentes preços para públicos distintos.

A informação de preço é muito importante e, por incrível que pareça, errar para cima não é o maior problema. Nesse caso, é possível fazer um ajuste oferecendo desconto e fazendo promoção. O contrário, errar pra baixo, ou seja, cobrar menos do que precisa para manter a operação da empresa, pode trazer prejuízo e será necessário reajustar o preço. Repassar isso para o consumidor será mais difícil.

Então, todo cuidado é pouco nessa etapa.

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Preço do bezerro volta a subir no MS

Depois de quase dois anos em baixa, os criadores começam a sentir uma recuperação na cotação do animal.

 

Para quem vende bezerro a valorização veio em boa hora. O ano de 2017 foi difícil, com queda de 20% no preço médio dos animais no estado. Agora os criadores respiram mais aliviados.

“Quando a gente vê uma alta, mesmo que pequena, mas já se mostrando presente de 5%, na comercialização do animal de reposição, isso dá uma certa expectativa pra gente que trabalha com cria e acredito que a gente pode afirmar que o pior momento ficou pra trás”, diz Giulian Rios, criador.

 

Para tentar melhorar a margem de lucro eles investem em genética de qualidade, com o cruzamento de nelore com angus. É que animais mais pesados, tem valor agregado no mercado e maior procura. Um lote da fazenda, por exemplo, vai ser desmamado e vendido com oito meses, pesando em média 240 kg cada animal.

“A gente pretende aumentar a produção, aumentar o número de matrizes para aumentar a nossa produção de bezerros e viabilizar esses lucros pra 2019/2020, que a gente enxerga uma melhor valorização dos bezerros”, comenta Rios, criador.

Em outras regiões do estado, o aumento foi ainda maior.  É o caso de uma leiloeira, em Campo Grande, onde são vendidas por ano mais de 200 mil cabeças, boa parte bezerros e animais pra reposição.

“Nós tivemos um incremento na casa de 15  a 20%, principalmente animais de qualidade,. Tivemos lotes de bezerros de 215 quilos, comercializado a R$ 1.400”, declara Luciano Pires, leiloeiro rural.

Em Jaraguarí, região central do estado, o pecuarista Paulo Lemos engorda 500 bovinos por ano. Parte dos animais ele precisa comprar, e já sentiu no bolso o aumento nos preços.

O problema é que o valor da arroba do boi gordo não acompanhou esse aumento.  “Se tiver essa perspectiva do preço do bezerro continuar crescente vai piorar pra quem faz a engorda”, declara Lemos.

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Guardo R$ 1,5 mil por mês. Consigo comprar uma casa de R$ 200 mil até os 40 anos?

Tenho 28 anos, sou autônomo, ganho R$ 8 mil por mês e guardo R$ 1,5 mil. Tenho como meta guardar R$ 40 mil para emergência e depois comprar uma casa com cerca de R$ 200 mil. Consigo realizar esse sonho até os 40 anos? Em que devo aplicar?

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Empresários reestruturam mercado à beira da falência

Um casal de empresários viu uma oportunidade em um mercadinho que estava para falir; a aposta foi em tecnologia e variedades. Veja!

 

Um mercadinho que estava à beira da falência virou uma história de sucesso em um bairro da periferia de São Paulo. A persistência foi a maior companheira de um casal de empresários, aliada a uma vontade enorme de vencer.

Daniel de Souza Silva conta que sempre quis ter o o negócio próprio. Para realizar o sonho, ele  e a esposa Juliana Moraes encontraram um mini mercado, na zona leste de São Paulo, que estava para fechar as portas.

O que chamou atenção dos empresários é que a localização do mercadinho, em uma esquina, tinha um grande fluxo de pessoas.

O investimento no negócio foi de R$ 290 mil. Eles deram R$ 145 mil de imediato e o resto foi parcelado em 20 vezes.

Após comprarem o ponto, eles modernizaram o espaço e o investimento em tecnologia foi essencial para trazer inovação aos clientes. A nova gestão focou também em variedades. Se antes as pessoas encontravam só uma marca de produto, hoje elas encontram vários opções.

Em 3 meses, a empresa doboru o número de clientes e ainda aumentou o faturamento em 40%. O movimento de 200 pessoas por dia passou para 400,  o de funcionários subiu de 3 para 8 e o faturamento de R$ 83 mil foi para R$ 112 mil por mês. Confira a reportagem completa acima!

MERCADO DA’JU
Rua Caicó 620- Patriarca
São Paulo/ SP – CEP: 03551-060
Telefone: (11) 2023-2045
Site: http://www.mercadodaju.com
Email: juliana.moraes@mercadodaju.com

 

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Empresários investem em chave digital para mercado corporativo

Com a tecnologia “Bluetooth Low Energy”, é possível liberar o acesso de pessoas pelo smartphone em imóveis e carros, por exemplo.

 

 Dois empreendedores desenvolveram uma chave digital que pode ser usada por pequenas e grandes empresas. A criação do Pedro Salum e do Daniel Sandoval teve investimentos de R$ 1 milhão.

A tecnologia utilizada é chamada de “Bluetooth Low Energy”, que é um bluetooth que não gasta energia do smartphone, além de garantir toda a segurança com o armazenamento na nuvem utilizando blockchain, criptografia, entre outros.

Em um coworkng na zona oeste da capital paulista, João Marcos Guirau gerencia 37 inquilinos com a chave eletrônica. Ele consegue pelo smartphone decidir, por exemplo, se um funcionário ou um novo coworker pode ter acesso ao espaço e quando ele vai ter.

Já o Diego Lira tem um aplicativo de aluguel de carros. Os veículos ficam espalhados por vários pontos da cidade de São Paulox. Uma dificuldade era o acesso aos carros em garagens fechadas e a chave digital foi a solução.

O serviço é contratado por mês. Pedro e Daniel atende 80 empresas e o plano básico custa R$ 99 mensais. A chave digital é compatível com qualquer fechadura de acionamento elétrico, como eletroímãs e fechos eletromagnéticos. Confira a reportagem completa acima!

LOOPKEY
Capitão Antônio Rosa, 409 – Pinheiros
São Paulo/SP – CEP:01443-010
Telefone: (61) 3107-4177
Site: https://www.loopkey.com.br

BLOCKTIME COWORKING
Rua Galeno de Almeida, 188 – Pinheiros
Telefone: 11 3087-3405
Email: coworking@blocktime.com.br
Site: http://www.blocktime.com.br/coworking

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